Jesus e as crianças

Por

Kátia Cristina Tavares Ribeiro

Formada pela faculdade de educação da Universidade de São Paulo, professora evangelista de crianças pela APEC e Líder do Ministério Infantil da Igreja Batista Vale das Virtudes

Jesus e as crianças

“Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus.”

Mateus 19: 14

Iniciando por este versículo tão conhecido da Bíblia, chamaremos a atenção para o relacionamento entre Jesus e as crianças, através de particularidades dos pequenos para os quais o Senhor alerta, mostrando em quais atitudes devemos imitá-las.

Jesus veio ao mundo como criança, e por isso sabe e Se importa com seus desejos, expectativas e necessidades. Muitas crianças ouviram seus ensinamentos e presenciaram seus milagres. Sua reação a elas era de amor e aceitação.

Primeiramente, é preciso destacar a intimidade com a qual Jesus tratava as crianças. Isto não ocorria somente porque o Senhor as amava, mas também porque estas mantinham uma atitude de aproximação natural. Para se achegar ao Mestre não tinham nenhum empecilho, senão os próprios adultos, que não compreendiam o teor dessa aproximação. É preciso aprender com as crianças que Jesus nos quer perto dEle, sem restrições ou medos.

Outro fato interessante é o valor atribuído aos pequenos. Isto envolve tratá-los bem, com amor, mesmo nos momentos de correção. Elas sentem quando são amadas e correspondem ao amor, sentindo-se incentivadas o obedecer para agradar quem as ama.

É bom lembrar que os pequeninos são influenciados por outras pessoas, porque confiam facilmente. As palavras e comportamentos que expressamos diante deles, repercutirão a longo prazo. Portanto, a responsabilidade é grande, mas quando assumida com integridade irá formar nestes o conceito de certo e errado, isto é, seu caráter cristão. O Senhor mesmo advertiu sobre as consequências de conduzir a criança a pecar (Mateus 18:6).

Mais uma característica da criança revelada nas palavras de Jesus é a humildade, que não anseia posições, fruto do orgulho. Não propõe nenhum tipo de discriminação, colocando-se acima dos outros.  Aquele que se humilha como uma criança é o maior no reino dos céus.

Jesus tem prazer em abençoar os pequeninos, que são receptivos pois têm fé no Senhor da benção. Esta fé, desvinculada de obstáculos que “limitam” o poder de Deus, é outra atitude a considerar sobre as crianças.

Apesar de pequenos, eles também são usados como instrumentos nas mãos de Deus para abençoar.  Suas orações são ouvidas, seus louvores, aceitos pelo Senhor e sua esperança contagiante, além de serem muito bons em perdoar. Isso revela mais uma vez o quanto são valiosos.

Que haja uma reflexão proveitosa sobre esta linda relação de amor, transportando para a vida prática os ensinamentos espirituais que são revelados através das crianças.

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